Hoje meu convidado especial escreveu um texto (um tal pedido de ajuda), e vamos ler juntos essa (grande) postagem:
Estou usando este blog não-tão satânico para lançar um pedido desesperado de ajuda. Há quase 2 anos que sou vítima de um esquema hediondo criado por evangélicos fanáticos baptistas que estão fazendo de tudo para submeter-me aos seus ideais hediondos de vida.
Tudo começou em fevereiro de 2008, quando eu, um inocente varão, resolvi aprender tocar guitarra. Escolhi uma escola de música que ficava perto da minha casa, por grande justiça à conveniência. Logo quando fui fazer a matrícula, apareceram 6,02.10²³ taxas a mais para serem pagas, tais como: taxa de matrícula no meio do ano (fevereiro de 2008, lembrem-se), taxa do material, taxa do sofá da recepção (que você deve obrigatoriamente usar para esperar sua aula começar, mesmo você chegando no exato horário de sua aula), taxa dos instrumentos da escola, entre outras, já que a lista de taxas fora tão vasta, só consegui decorar essas mesmo.
Tudo bem, apesar das 6,02.10²³ taxas, estava extasiado – finalmente realizaria o sonho que nutri desde a infância. Seria um paudurescente guitarrista e as xer0s@s cairiam aos meus pés, aí!
Eis que vou fazer minha primeira aula, depois de 2 semanas após a matrícula (afinal a seguinte fora a semana do carnaval e a que veio depois, recesso imposto pela própria instituição, com a justificativa “descanso do carnaval”), eu desci a rua da escola normalmente, cantarolando alguma música subsolozinha para me mostrar alternativinho descolado para o meu eu-lírico. Eis que vejo do outro lado, logo abaixo do horizonte artificial de telhas brasilit, uma pequena silhueta afrodescendente trajando uma roupa rosa e se movendo de um jeito arrastado e desengonçado. Não liguei. Continuei andando.
E eis que chego mais perto de tal silhueta. O que vi ficou queimado em meus olhos para sempre – era uma moça em seus 18 anos andando abaixada, com suas pernas dobradas, ela usava seus braços como seu meio de locomoção e arrastava-se como se fosse uma dessas artistas vanguardistas pós-impressionistas. O que há de mais nisso? Nada! Mas aquilo foi apresentado de maneira tão surreal! A moça estava se arrastando com uma expressão furiosa pela rua. Este é o primeiro evento de uma cadeia surreal de acontecimentos que perturbar-me-ião durante os próximos 2 anos da minha vida!
E no mês seguinte, comecei a ter vertigens e mais vertigens. A princípio, achei que era devido ao meu estilo de vida recluso e com uma alimentação deplorável. Mas não, as vertigens foram piorando a cada dia que passava. E as vezes tinha a impressão de ouvir vozes um tanto quanto familiares em minha cabeça, mas sempre aceitei-as como apenas noias minhas por ouvir música alto com meus headphones. Chegou o dia da outra aula. Era dia 18 de março, as vertigens estavam no seu apenhez. Me sentia extremamente cansado, e ainda de quebra, não tinha certeza de que teria realmente minha aula, já que a mensalidade estava atrasada havia 3 dias já, ergo era bem capaz que se recusassem a dar minha aula. Mesmo assim, fui. E quando cheguei, ainda faltava meia hora para minha aula. Como estava destruído física e mentalmente, entrei em um estado semi-vegetativo para conservar forças. Quando acordei, me senti meio estranho. Alguma coisa pinicava meu braço, mas não dei bola. Fui para a aula. Não sei como não desmaiei – minha visão estava totalmente enevoada. Na volta, comecei a ouvir uma voz de uma criança:
-Moçooo...
Ignorei.
-Moçooooo...
…
-Moçoooo...
Hehehe. imaginem como seria legal fazer um texto em que o protagonista acorda e ele foi magicamente e inexplicavelmente transformado em um artropode. Como ele teria dificuldades para levantar, por estar deitado sobre seu dorso, tão duro que parecia revestido de metal, o horror que teria ao levantar sua cabeça e ver seu corpo castanho dividido em vários segmentos, junto com suas inúmeras patinhas miseravelmente finas que se agitam desesperadamente. O protagonista seria um jovem trabalhador que sustenta sua família de 3 pessoas(4 contando com ele) sozinho e ele estaria em mil problemas, afinal ele deveria levantar e ir para o trabalho. Com o tempo, a família dele vai abandonando-o e tomando uma atitude repugnante ao homem que há pouco tempo os sustentava. O protagonista começará a gostar da vida de inseto até, andará pelas paredes, pelo teto e viverá de modo simples, já que sua irmã (humana) cuidará dele. Ela será a única que se manterá simpática com ele por algum tempo, logo depois, ela irá abandona-lo também. No fim, ela o levará a morte jogando uma maça em suas costas e deixando ele sem comer. Hehehehe, esse texto vai ser muito bom, com um enredo inédito assim, vou ser o maior expoente da literatura do século XXI. Como eu sou bom, hehehe. Chupem minha erudição
Arre! E o menino? Enquanto estava perdido em meus pensamentos sobre o meu primeiro livro, o menino não havia desistido ainda.
-”MOÇOOOOOOOOOOOOOOOO!”
-“Será que é comigo?” - indaguei-me em um conveniente monólogo interno.
-”MOÇOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!”
É, é comigo.
-”Sim?”
-”Como é seu nome?”
-”Mário.”
Menti.
-”Você quer ser meu amigo?”
-”Pode ser.”
E fui para casa tomado de fidalgosíssimos ideais de me tornar o tutor deste infante. Nunca mais o vi.
Cheguei em casa, e as vozes continuaram a me assaltar, mas como a vertigem era tanta, dormi, dormi e dormi.
No dia seguinte, acordei cedo. A vertigem havia sumido. E fazia tempo que não me sentia bem assim. Resolvi zanzar pela casa. Logo percebi que minha tensa progenitora não estava. Fui ao meu computador, vi alguns vídeos novos no site Super Arcanjinhas, li fóruns de internets e eis que minha “tensa” chegou.
-”Já paguei a escola de música, viu.”
A resposta mestra do adolescente revoltado:
-”Ahn.”
Passou-se algum tempo, as vozes em minha cabeça e as vertigens sempre aumentavam na primeira quinzena do mês, mas logo depois ela sumiam, me dando um tempo de relativo conforto físico.
Eu dei meu corpo e alma para o estudo da guitarra. Estava na banda da escola de música agora, estávamos tocando The Clash (minha banda favorita, eu achei incrível eles adivinharem que eu adoro Clash e escolherem uma música deles) e logo iríamos tocar no recital da escola. É claro que pagávamos uma taxa abusiva para tocar na banda que eles organizam e uma ainda mais absurda para tocar no recital. Mas aparentemente, ninguém se importava.
O tempo passou, e a única coisa que eu via de mais na rua eram pessoas em um aparente estado vegetativo que ou não tinham suas pernas ou não tinham seus braços. Todo sábado tinha um homem sem pernas em uma cadeira de rodas e que ficava de boca aberta para o céu. Nunca achei nada de mais nessas pessoas fisicamente debilitadas, além de ser estranho elas ficarem soltas a esmo pela rua.
Um dia, eu estava tendo aula de teoria em conjunto, e a professora mandou-me em uma cruzada para buscar a apostila que continha as lições. Após uma sangrenta batalha com o armário, consegui achar a tal apostila. Sua capa brilhava com semínimas e colcheias em um azul veludo e com um formato surreal, que eu diria que era remanescente das obras de Matisse.
E eis que volvi a sala, só que no caminho, tinha uma porta que dava para uma suposta cozinha.
-”Por quê suposta cozinha?” - isso é o que o erudito leitor deve estar se perguntando agora.
Ninguém que não trabalhasse na escola jamais havia adentrado em tal reino secreto, tanto que os próprios alunos faziam brincadeirinhas sobre a cozinha, falando que lá era um mini-campo de concentração.
Como não tinha ninguém por perto, pensei... “Por quê não ver o que tem do outro lado?”
Estendi minha mão para a maçaneta. Vertigem. Toquei a maçaneta. Senti a pior vertigem de toda a minha vida. Minha visão ficou totalmente escura, e eu senti como se alguém estivesse tentando entrar forçosamente em minha mente. Eu me senti muito perto da morte pela primeira vez na vida. As vozes aumentaram dantescamente. É o mais próximo que você pode chegar de sua cabeça explodir. Mas as vozes se tornaram bem audíveis agora. Conseguia ouvir claramente uma voz feminina falando “a curiosidade matou o gato” e outra, masculina dando uma risada surreal e escandalosa “RA RA RA RA RA RA!”
Logo, o ataque parou. Minha camiseta a essa altura já se tornara uma Lagoa Rodrigo de Freitas. Pensei em tentar abrir a porta, mas o ataque voltou, só que com mais fraco, e com as duas vozes dizendo unissonamente: “Nunca mais pense em entrar nesta porta. Se você fizer isso novamente, prepare-se para ter sua cabeça transformada em mil pedaços, seu estômago dilacerado e o resto de seu corpo comido por crianças da África sub-saariana.”
Logo após isso, desisti da idéia e voltei para para a sala. Fui recebido com um sorriso cínico da professora e uma frase supostamente sem sentido dita em um sotaque baiano cheio de pausas para recobrar o fôlego características do povo nordestino (de agora em diante, galantemente representadas por “Ahh”s) – “Ahh, o que foi José? Ahh, foi difícil achar a apostila?Ahh, e essa camiseta suada? Oxi, e esse rosto pálido? Até parece que tentaram invadir sua mente e você teve vertigens e mais vertigens”
O tempo passou, as vozes cresceram em minha cabeça, só que elas traziam mais mensagens, como “aceite Jesus em sua vida”, “não é hora de largar essas tolices e se alistar no exército de Jesus?” ou “Estou seguindo, a Jesus Cristo...! E desse caminho, eu não desisto!”. Já estava na escola há pouco mais de um ano
Eu, como todo jovem revoltado metido a cul, sou ateuzinho. Cada vez que eu pensava em ateísmo, Nietzsche, desenhos japoneses, Marxismo, rpgs, video-games e cousas dessa estirpe, eu era assaltado com essas mensagens.
Até que um dia, a dona da escola de música resolve me fazer um convite inusitado - diz que estava precisando de um guitarrista bom e responsável na Igreja dela, e perguntou se eu não estava interessado. Ela continuou dizendo que, para me juntar à trupe, eu devia ser um devoto da religião baptista. Claro que como ateu, recusei tal oferta. Nada de vertigens por pensar em ateísmo agora.
No mês seguinte, uma nova recepcionista entrou em serviço na recepção(duh). Nesse tempo em que eu estive lá, várias apareceram e desapareceram, sempre com a justificativa de “X arranjou melhores oportunidades profissionais”. Mas essa nova era especial. Ela se chamava Carol. Foi a única cuja qual consegui criar algum laço. Ela sempre se preocupava comigo quando tinha minhas vertigens, e sempre conversava comigo. Mas ela tinha algo de estranho – ela usava uma tiara de aço enorme em sua cabeça. Ela sempre estava na recepção com um sorriso jovial recebendo todos os alunos e mostrando-se eficiente aos olhos de quem observasse por fora. Mas por algum motivo, ela somente tinha o ódio dos cabeças da escola. Mesmo dando tudo de si e recebendo um salário irrisório. Até que um dia, ela apareceu com uma expressão deveras triste. Como nunca a havia visto de cabeça baixa, fui questiona-la.
-”O que aconteceu com aquele jovial sorriso que sempre nos recebe tão calorosamente?”
-”Nada” - ela levanta a cabeça e me dirige seus belos olhos de cigana oblíqua e dissimulada - “Acho. Essas suas vertigens... você sabia que não é o único...?”
-”Ahn?”
-”As vozes também.”
A minha expressão de espanto valeu mais que qualquer palavra que eu pudesse ter usado naquela hora. Ela continuou:
-”Você as ouve, não é? Você sabe o que elas são?”
Continuei quieto.
-”Vamos lá fora.”
E deixamos a sala, fomos para um canto escondido. Eis que ela me agarra de súbito.
-”SAI QUE EU SOU BV!”
-”Não é isso, idiota.”
-”Dábrio Tê Efê?”
-”Cuidado com o que você pensa. Eles sabem de tudo.”
-”Eles quem?”
Essa é uma ótima hora para apresentar as pessoas que tem tornado minha vida um mundo de vertigens, uma pseudo-esquizofrênia. Por que não apresentei antes? Isso seria muito batido. Apresentando eles no meio do texto após deixar os leitores confusos é muito mais galante. Alias, isso me deu outra idéia de texto – um livro em que, o protagonista já está morto, e ele resolve contar a vida dele, como um defunto autor! E não um autor defunto! E ele ia contar como a vida dele foi um FAIL total! Aí...sim! Já consigo até ver o prólogo!
“AO VERME
QUE
PRIMEIRO ROEU AS FRIAS CARNES
DO MEU CADÁVER
DEDICO
COMO SAUDOSA LEMBRANÇA
ESTAS MEMÓRIAS POSTÚMAS”
Hehehehe, eu realmente sou um poço de erudição literária.
Err...voltando para as pessoas...
A escola de música era dominada por três pessoas. São estas:
Pazlaine Farias Justo – a diretora e idealizadora do experimento. Vive lendo livros de psicanálise. Robusta, fala com um sotaque baiano proeminente e cheio de pausas para recuperar o fôlego. É a que estava dando aula de teoria.
Ana Farias Justo – Irmã da diretora, e vice-diretora. Segunda em comando. Levemente robusta, é o sonho erótico de alguns alunos mais perturbados. Tem um sotaque baiano ainda mais proeminente e suas pausas são extremamente bem acentuadas.
Rogeriosney Lobo – Marido da diretora. O que constrói as máquinas. Tem uma risada bem escandalosa. Co-pastor na Igreja Baptista.
Os 3 NUNCA eram vistos simultaneamente.
Continuando...
-”Essas vozes que você ouve são eles falando em sua mente, você não pode reconhece-las porque eles usam os mais diversos quitutes para alterar a voz. Eles podem controlar seu metabolismo e até as ações do seu corpo até certo ponto. Daí vem suas vertigens. ”
Perto.Demais.
-”Sabe essas pessoas em estado semi-vegetativo, os sem pernas, o menino solitário, a menina sapo? Todos são cobaias falhas de seus experimentos anteriores. Agora eles caminham errantes pela rua para diminuir as barreiras psicológicas dos alunos e assim, deixando os mais suscetíveis ao controle mental.
-”HAHAHAHA TÁ CERTO. ASSIM COMO HITLER NÃO MORREU DE VERDADE – ELE NA VERDADE SAIU DA ALEMANHA COM VÁRIOS NAZISTAS USANDO OVNIS, E FOI PARAR NA ANTÁRTICA, ONDE EXISTE UMA ENTRADA PARA O CENTRO DA TERRA, AFINAL, A TERRA É OCA. E ELE ESTÁ PLANEJANDO UM CONTRA-ATAQUE.”
-”Idiota.”
-”Desculpa.”
Que hora para ficar com essas brincadeiras, hein? No mais, eu sentia a respiração dela indo e vindo em mim.
-”Afinal, e o que eles querem fazer dominando a mente das pessoas?”
-”Essa é a melhor parte – eles querem o dinheiro dos alunos para comprar armas para um exército cristão-protestante, e eventualmente, as almas dos alunos, para lutar pela Igreja Baptista contra os espíritas-umbandistas-kardecistas!”
Fiquei quieto. A relação entre tal instituição realmente existia...
-”... os umbandistas e espíritas se juntaram para combater os protestantes, e para isso estão usando os centros espíritas e os terreiros de macumba para formar um exército e enfrentar os crentes. Os Baptistas estão tentando conseguir a ajuda da Igreja Universal do Reino de Deus, que está se recuperando dos ataques da Globo, outra ramificação dos kardecistas.”
Algo estava me incomodando desde o começo.
-”Afinal, como eles estão controlando os alunos?”
-”A princípio, ondas eletromagnéticas. Mas elas não funcionam em sua plenitude a princípio. É necessário a instalação de um chip no braço do indivíduo para que eles consigam controlar ainda mais funções vitais do corpo humano. Este chip amplifica os sinais eletromagnéticos, tornando-os mais fortes. Para mandarem os sinais, eles usam um gerador, um rádio, um amplificador e um osciloscópio. Tudo isso permite que você controle as funções metabólicas do indivíduo e leia a mente dele. Se você quiser uma explicação melhor, leia este blog: http://cogitoocio.blogspot.com/” -”Tola, você acabou de quebrar a quarta parede – mas como você sabe de tudo isso?”
-”Nós, recepcionistas, trabalhamos em um regime escravos e somos vítimas das mais cruéis experiências com raios eletromagnéticos. Mas nós somos testemunhas de todas as cousas hediondas que eles fazem. Muitas coisas acontecem na “cozinha”. Lá na verdade é um mini-campo de concentração com uma passagem secreta para a Igreja Baptista” – é, acabo de omitir um detalhe fundamental, realmente existia uma filial da Igreja Baptista ali do lado.
FUUUU----
-”E você não tem medo de eles descobrirem que você está delatando o esquema deles?”
-”Essa tiara enorme de aço não é só para me cortejarem, gatz. Ela protege minha cabeça contra os raios magnéticos deles.”
-”E eles não percebem que não conseguem ler sua mente? PLOTHOLE!”
-”Na verdade, eles não conseguem te monitorar o tempo todo. Alguns lugares não podem ser alcançados pelas ondas eletromagnéticas, até os planos deles são um pouco falhos. E eu sempre finjo que os experimentos deles são um sucesso, afinal, eles sempre me dizem o resultado final deles.”
Que conveniente.
-”E o que eu, mero mortal, posso fazer para me acabar com os planos deles?”
-”Primeiro, arranje aqueles colares enormes de vida loka estronda lek piranha é nóis jão e use ele. Ele há de te proteger. Não tire ela por NADA. Depois, tente avisar para a polícia deste esquema ilícito, e para ter um plano b, vá na internet e peça para espalharem esta barbaridade que fazem com essas pobres pessoas. E saia daqui logo.”
-”Não. Hei de ficar ao teu lado e te proteger até fim.”
Uma lágrima escorreu dos olhos dela. Nossos rostos se aproximaram.
-”GUARDE ISSO. QUANDO TUDO ISSO ACABAR, PODEREMOS IR ADIANTE, POR HORA, É MELHOR CONTINUARMOS DO JEITO QUE ESTAMOS”
Passaram-se mais meses, eu e Carol continuamos nossa relação jovial. Eu, como sou muito nerd, mantive-me longe dos desejos carnais dela.
Mas eis que um dia eu chego lá, e não a vejo. O que me deixa muito preocupado, e logo vou perguntar a Pazlaine sobre o que acontecera com ela, só recebi um sorriso baiano cínico e um “Ahh, ela foi trabalhar em outro lugar. Alias, por que você usa essa corrente? Você fica melhor sem.”
MALDITA.
No mesmo dia, resolvi pedir baixa da escola de música. Ela ia ter minha vingança. Logo liguei para a polícia. Só que eles RIRAM de mim e falaram que iam investigar a situação. Nem preciso dizer que eles não foram atrás, não é?
Só que os ataques mentais desses malditos voltaram, mesmo com a corrente me protegendo. Então agora só posso depender de vocês internautas.
Por favor, juntem-se e vão ao seguinte endereço e desliguem os geradores que controlam a mente dos pobres alunos:
R. Itápolis, 169
-----------------------------------------------------------------------
Nemli e Nemlerey
Mas quem quiser se aventurar, fica ai o conto de Luiz